10 de fevereiro de 2011
Longo inverno
Andei sumida porque estive doentinha outra vez. Fui parar no hospital de novo, mas escapei da internação. Desta vez tive "laringotraqueite", o que me fez tossir ininterruptamente por mais de 15 horas seguidas - e quase matou a mamãe de susto. A médica explicou que, naquela condição, tossir era o único modo para que eu pudese inalar o ar. Esta era a razão da minha tosse persistente. E depois de muitas inalações, antibióticos e remedinhos a base de cortisona, estou ótima de novo!
Aguardem notícias!
25 de janeiro de 2011
17 de janeiro de 2011
Praia com frio
Ontem fomos até a praia para respirar um poco de ar limpo. Eu já nem me lembrava mais como era o mar. Mas o que eu gostei mesmo foi de brincar na areia!
Depois fomos almoçar com outros amigos na casa do Ascanio, que agora tem um novo amigo, o Tango, que insiste em escapar de mim...
Boa semana a todos!
5 de janeiro de 2011
Feliz Ano Novo!
Adorei ficar na casa da tia Veruska e do tio Rui, com a vó Iara e com meus priminhos Eduarda, Victória e Vicente. Me diverti tanto que esqueci rapidinho a experiência do hospital. Dançamos muito, fizemos uma baita bagunça mas também ajudamos a preparar deliciosas pizzas!



Enfim, festejamos muito o Ano Novo que, sem dúvida, vai ser maravilhoso para todos nós!

Enfim, festejamos muito o Ano Novo que, sem dúvida, vai ser maravilhoso para todos nós!
29 de dezembro de 2010
Natal ruim, mas o Reveillon vai ser ótimo!
A viagem para passarmos as festas de fim de ano em Portugal, na casa da tia Veruska, não começou muito bem. E aquilo que nos últimos dias parecia ser apenas uma febre de dor de garganta, transformou-se numa pneumonia. Chegamos em Coimbra na quarta-feira à noite e na quinta pela manhã eu já estava internada. Tive alta só ontem, depois de quase uma semana, porque precisava de oxigênio para respirar. Ficamos todos muito tristes porque eu e a mamãe passamos a noite de Natal no hospital.

Mas depois de muita chatice, remédios, injeções, esparadrapo, soro, máscara de oxigênio e isolamento, estou pronta para brincar com meus priminhos, abrir os vários presentinhos que o Papai Noel me trouxe com atraso e, principalmente, preparar a festa para o Ano Novo!
Mas depois de muita chatice, remédios, injeções, esparadrapo, soro, máscara de oxigênio e isolamento, estou pronta para brincar com meus priminhos, abrir os vários presentinhos que o Papai Noel me trouxe com atraso e, principalmente, preparar a festa para o Ano Novo!
21 de dezembro de 2010
Otimismo napolitano
O post de hoje, início oficial do inverno europeu, era para ter uma linda foto da cobertinha de tricô que a mamãe fez pra mim ao longo dos últimos meses, mas como ela anda sem tempo e como eu estou doentinha de novo, vai ficar pra um outro dia.
Ao invés disso, vou contar sobre o acentuado otimismo dos "nonnos" Lucia e Nicola, que estiveram conosco nos últimos quatro dias. Para a mamãe, a positividade dos meus queridos avós paternos é um tantinho exagerada e às vezes até mesmo descabida. Segundo ela, trata-se de uma característica "veramente napulitana".
Mas vamos ao causo. Mesmo tendo sido avisada sobre a minha febre, diante dos meus lindos olhinhos lacrimosos e brilhantes, o otimismo da nonna via somente "um pouquinho de sono". Para o nonno, a causa da minha alta temperatura era a blusa de lã que eu estava usando. No dia seginte, sem a blusa de lã mas ainda com febre, o nonno questionou a qualidade do termômetro a mercúrio.
E quando a febre volto pouco depois de eu ter tomado a novalgina, a nonna podia jurar que eu não tinha engolido todo o remédio, que qualquer gotinha tinha escapado da colher. E cada vez que eu tossia, o nonno dizia que eu havia engolido mal a saliva e logo me dava um golinho d'água.
Só depois da vinda da pediatra aqui em casa, os nonnos se convenceram que eu estava um pouco doentinha. Mas, felizmente, não se deixaram abater por muito tempo. Em menos de um minuto o nonno já estava novamente radiante: "ah, é la febbre di crescenza", a febre que faz as crianças crescerem! Bendita seja!
Ao invés disso, vou contar sobre o acentuado otimismo dos "nonnos" Lucia e Nicola, que estiveram conosco nos últimos quatro dias. Para a mamãe, a positividade dos meus queridos avós paternos é um tantinho exagerada e às vezes até mesmo descabida. Segundo ela, trata-se de uma característica "veramente napulitana".
Mas vamos ao causo. Mesmo tendo sido avisada sobre a minha febre, diante dos meus lindos olhinhos lacrimosos e brilhantes, o otimismo da nonna via somente "um pouquinho de sono". Para o nonno, a causa da minha alta temperatura era a blusa de lã que eu estava usando. No dia seginte, sem a blusa de lã mas ainda com febre, o nonno questionou a qualidade do termômetro a mercúrio.
E quando a febre volto pouco depois de eu ter tomado a novalgina, a nonna podia jurar que eu não tinha engolido todo o remédio, que qualquer gotinha tinha escapado da colher. E cada vez que eu tossia, o nonno dizia que eu havia engolido mal a saliva e logo me dava um golinho d'água.
Só depois da vinda da pediatra aqui em casa, os nonnos se convenceram que eu estava um pouco doentinha. Mas, felizmente, não se deixaram abater por muito tempo. Em menos de um minuto o nonno já estava novamente radiante: "ah, é la febbre di crescenza", a febre que faz as crianças crescerem! Bendita seja!
7 de dezembro de 2010
Coleguinhas, preparem-se!
Um dia desses a mamãe foi me buscar na escola e uma das professoras explicou a ela que eu estava com o rostinho arranhado por causa de um "confronto" que tive com um dos meus coleguinhas. No dia seguinte, ao ouvir a mesma história, a única coisa que veio em mente à mamãe foi perguntar se a briga tinha sido com o mesmo coleguinha do dia anterior, cujo nome é mantido em segredo - a sete chaves - pela professora. O "desaforado" (como eu diria) era outro e, assim, a mamãe ficou mais tranquila ao saber que não era nada pessoal.
A mamãe é mesmo um amor: nem passa pela cabeça dela, nem mesmo por um segundo, que a encrenqueira possa ser eu!
Bem, e depois de quase duas semanas sem ir pra escola por causa de uma bronquite chatíssima:
queridos coleguinhas,

aí vou eu...
A mamãe é mesmo um amor: nem passa pela cabeça dela, nem mesmo por um segundo, que a encrenqueira possa ser eu!
Bem, e depois de quase duas semanas sem ir pra escola por causa de uma bronquite chatíssima:
queridos coleguinhas,
aí vou eu...
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