30 de maio de 2008
Não casei, mas mudei. Deixo o endereço!
Não foi desta vez: ainda não consegui chegar a um quilo... Em compesação, dei um presente muito maior pra mamãe e pro papai: não estou mais na UTI! Depois de 63 dias na terapia intensiva neonatal, fui transferida para a unidade “immaturi”! É como ser promovida ao topo da carreira! Melhor que isso, só a “aposentadoria”, quando eu for pra casa com a mamãe e o papai!
Já faz alguns dias que estou respirando sozinha, sem ter que receber oxigênio por aparelhos. Continuo tomando um remedinho que me ajuda a respirar, mas logo logo não vou precisar mais...
Aqui neste novo “setor”, os controles de temperatura, pressão, batimento cardíaco, quantidade de oxigênio no sangue, etc . são feitos a cada quatro horas. Antes, as enfermeiras tinham que medir isso tudo a cada duas horas. “Aporrinhação reduzida à metade!”, comemorou a mamãe. “Visitas, o dobro!”, festejou o papai.
É que agora a mamãe o papai podem vir me visitar a qualquer hora do dia e da noite! Na terapia intensiva os horários eram muito restritos e eles passavam horas e horas do lado de fora esperando para poderem entrar, porque infelizmente nem sempre todos os bebês estavam bem...
Agora, quem estiver nas redondezas pode vir me conhecer: a minha janela, no segundo andar, dá para uma sacada. A minha incubadora é a segunda do lado esquerdo...
Un po più ciccina
Ciao a tutti….Oggi ho deciso di parlarvi in italiano…cosi il mio papa’ intendera’ tutto senza fatica.
Caro’ papa’ so che sei molto ansioso per me ma so anche che sei forte e mi hai sempre aiutata tanto insieme a mamma da quando sono nata.
Oggi ho deciso di farti un grande presente. Crescero’ e saro’ 1 kg ….si e’ cosi!!!!! aspetta e vedrai.
Spero che i tuoi occhi non si bagneranno di nuovo…ma devi sapere che vi sento sempre piu’ vicini a me e questo mi da tanta forza per andare avanti :o)
29 de maio de 2008
Dieta iô-iô
Como todas as mamães do mundo, a minha também quer me ver sempre gordinha. E, como qualquer outra mocinha, eu também vivo fazendo dieta iô-iô. Engordo e emagreço. E vice-versa. A mamãe e o papai querem que eu chegue a pesar um quilo até o final deste mês. Quem sabe? Hoje estou no meu peso máximo: 985 gramas...
Bem, a boa notícia é que estou respirando muito bem nestes dias e assim a mamãe pôde me pegar no colo de novo! Estamos ficando mal acostumadas, pois queremos ficar sempre agarradinhas, mas nem sempre é possível :o(
Outra boa novidade é que o dr.Catena disse que meus olhinhos estão muito bem e que vai voltar pra me ver só na próxima semana. O papai ficou muito aliviado e agradeceu muito a ele por ter salvo os meus olhinhos do pior. Acho que o papai também devia se consultar com o dr. Catena, pois os olhinhos dele estavam cheios de lágrimas...
27 de maio de 2008
Um dia (talvez) inesquecível
O dia de ontem talvez fique pra sempre na minha memória. Na da mamãe vai ficar com certeza: foi a primeira vez ela pôde me pegar no colo. Finalmente, depois de dois meses, pudemos nos abraçar! Ficamos muito emocionadas, pois foi um abraço muito longo e especial: a mamãe me colocou sobre seu peito nu e eu, só de fraldinha, pude sentir o calor da sua pele, que eu já conhecia mas que só agora percebo quanta falta me fez durante todos estes dias...
Enquanto ela me segurava com delicadeza, embora suas mãos tremessem pela comoção, encostei a minha cabecinha em seu peito e reencontrei, depois de tanto tempo, as batidas do coração da mamãe que tanto me tranquilizavam quando eu estava dentro da barriga dela e que me enchiam de alegria por saber que, além do meu, havia outro coração batendo por mim(com este abraço pude confirmar que ele continua batendo - ainda mais forte! - por mim).
O papai também se comoveu muito ao nos ver assim tão íntimas e tão grudadinhas uma na outra. Ele já está se preparando, pois daqui a uns dias vou poder ir pro colinho dele também.
Ui, não sei o que pensa a mamãe, mas pra mim, depois deste primeiro abraço ficar longe vai ser ainda mais difícil...
24 de maio de 2008
Pouca conversa
Desculpem por não termos atualizado o blog antes. É que eu e a mamãe ainda não tínhamos conversado direito depois da operação, por causa da anestesia (pra quem não sabe, eu falo e a mamãe escreve. Por enquanto!). Bem, o dr.Catena disse que correu tudo bem e que afinal a situação dos meus olhinhos era melhor do que ele previa e, por isso, vai voltar só na quarta-feira pra ver como estou indo. Ele explicou à mamãe e ao papai que vou poder enxergar tudinho, embora seja muito provável que eu deva usar óculos. Vocês nem imaginam o quanto eles ficaram aliviados com a notícia!
Mas hoje, quando a mamãe chegou, me deu o maior flagra! Ela viu que eu estava tentando arrancar os fiozinhos que medem as batidas do meu coraçãozinho, o soro, o antibiótico, os caninhos do nariz e que, além disso, eu estava agarrando tudo o que passava na minha frente. Aí, pra tranquiliza-la e mostrar que eu já estava bem, segurei bem forte no dedo da mamãe. Devo ter apertado com muita força, pois ela ficou logo preocupada, achando que eu estava com alguma dor nos olhinhos. Mas que nada! A enfermeira contou a ela que eu estava era beeem anestesiada...
Depois disso, não lembro bem o que aconteceu... Ah, sim! Lembrei: a dra. Capolupo disse que eu devo acordar da anestesia, porque quando durmo profundamente esqueço de respirar, e aí vocês já sabem: eles têm que me entubar (urgh!) novamente...
Vou logo avisando: a anestesia pode durar até uma semana. Por isso, se não passarmos por aqui nos próximos dias é que não pudemos conversar direito...
22 de maio de 2008
Sempre ela!
Continuo “lindona”, respirando sozinha e a tal da infecção já era! Amanhã, porém, vou ter que operar meus olhinhos... Como tantos outros bebês pequeninos, eu também tenho a tal da retinopatia e o médico irá me operar com laser.
A mamãe e o papai estão um pouco ansiosos, ainda que o dr. Savignoni tenha repetido várias vezes que não há motivo para preocupações. Pra dizer a verdade eu também estou chateada porque vou ter que usar de novo o tubo para respirar, durante e após a cirurgia. Eu sei, vai ser por pouco, mas vou ter que me separar da minha linda chupeta... :o(
21 de maio de 2008
Tô-que-tô
Hoje eu tô-que-tô! Ou melhor, tô “lindona”, como diz o papai! O motivo de tanta festa é que já consigo respirar sozinha! É isto mesmo: sem nenhum tipo de respiraror. Nada de tubinho, nada de caninhos no nariz...Sou euzinha respirando sozinha! Não é demais? A única ajuda que estou tendo é um pouco de oxigênio dentro da incubadora e, ainda assim, bem pouquinho.
Quando soube da novidade, a mamãe saiu correndo do trabalho pra vir me ver. Ela disse que não via a hora de poder ver meu rostinho “sem aquela parafernália toda” (ou melhor, quase sem nada, porque a chupeta eu não largo!).
Ps. Hoje, quem chorou foi o papai!
20 de maio de 2008
Cabritinha
Agora que já agradeci aos recadinhos, posso contar as boas novidades. Já estou melhorzinha: a infecção sarou quase completamente e agora eu só estou tomando um antibiótico (antes eram dois)! Assim, os médicos decidiram trocar novamente o meu respirador: em vez do tubinho que vai até os pulmões, estou usando os tais caninhos que empurram oxigênio dentro do meu narizinho.
E agora estou ainda mais deslumbrada com a minha super-chupeta! É que finalmente consigo enfiá-la inteirinha na boca! A mamãe disse que pareço uma cabritinha, de tanto que mastigo a tal chupeta, mas eu não estou nem aí! O papai não gostou muito da comparação e me contou que tem mais seis delas no estoque :o)
Grazie mille!
Estou tão emocionada com a minha chupeta nova que esqueci de agradecer aos recadinhos que tenho recebido nestes dias! A mamãe me conta tudinho sobre vocês, e não vejo a hora de conhecê-los todos!
19 de maio de 2008
Presentinho pra vovó
O primeiro presente a gente não esquece (só quando ganha o segundo...)
Não, ainda não foi a bicicleta. O meu primeiro presente chegou lá de Milão. O papai procurou, procurou. Finalmente encontrou e mandou vir pelo correio. É uma fantástica chupeta para bebês pequeninos! Eu simplesmente amei a novidade, porque apesar de ser pequenina, eu também já nasci com o estímulo de sucção. Por isso, tudo aquilo que passa por perto eu acho que é pra colocar na boca. Até o esparadrapo do tubinho que me ajuda a respirar eu já chupei (a mamãe, quando viu, não sabia se rir ou chorar...).
E embora seja um pouco difícil de usá-la (por causa do respirador ela não fica grudada no meu rostinho), eu adorei a minha chupeta!
A mamãe ficou aliviada porque não vou mais chupar o esparadrapo e feliz porque agora posso me consolar quando estiver sozinha. O papai também ficou muito satisfeito. Ele disse que assim eu posso ir treinando pra dar conta das super-mamadeiras que irá me preparar...
18 de maio de 2008
Podem cruzar os dedinhos de novo?
Ufa! Acho que agora vocês já podem descruzar dos dedinhos. Parece que a torcida deu certo: a médica disse que os resultados dos exames estão melhorando e que estou sarando da infecção. E esta não foi a única notícia boa do dia: a outra é que eu já peso 900 gramas!! É isso mesmo! A mamãe ficou tão contente com as novidades que até chorou de alegria!
Ps.: Acho que ainda é um pouco cedo, mas conto com os dedinhos de todos vocês pra conseguir a minha primeira bicicleta :o)
17 de maio de 2008
Cruzem os dedos!
Fim de semana chegou! O papai e a mamãe podem ficar mais tempo comigo. Que bom, pois ainda estou um pouco fraquinha, precisando de muito oxigênio e de muito mais carinho! Hoje saberemos o resultado dos exames que devem dizer se estou sarando da infecção ou se vai ser preciso mudar o tratamento... Eu ainda não consigo cruzar os dedinhos, mas vocês torçam por mim!
16 de maio de 2008
Lindas mãozinhas
Tenho que contar a verdade a vocês: ontem dei um baita susto na mamãe! É que ela chegou quando eu não estava num dos meus melhores momentos. Eu estava, digamos, um pouquinho roxa... Ei, esperem aí! Não se assustem vocês também. É que tenho me mexido muito e aí o tubo da respiração fica obstruído e a quantidade de oxigênio que circula pelo meu corpinho acaba abaixando... A mamãe ficou doida da vida com a enfermeira, que estava ali por perto e não deu muita bola pro alarme amarelo. A moça ainda tentou explicar: “É que ela (euzinha) se mexe demais”. A mamãe, que já estava brava, ficou ainda mais roxa que eu! E, em minha defesa, disse que eu posso me mexer o quanto eu bem entender e que ela, a enfermeira, deve estar ali cuidando de mim (urra!!).
Foi preciso que o dr.Crescenzi explicasse à mamãe que estas coisas dos bebês ficarem escuros acontecem e que, além de termos um enfermeiro a cada dois de nós, os equipamentos são capazes de avisá-los quando estamos aprontando demais da conta. Ele disse que isso acontece por causa da minha broncodisplasia, um problema muito comum entre os bebês que nascem antes da hora, e porque ainda estou com uma infecção, o que não tem ajudado muito... Mas estou melhorando!
Então, resumindo, embora o tubinho me machuque, vou ter que aguentá-lo por mais alguns dias. E quietinha, que é pra ele não sair da posição correta! A mamãe disse que se eu me mexer muito vou precisar tomar mais sedativos ou, pior ainda, a enfermeira “chata” vai me amarrar de novo!
Eu bem que tentei, mas era tarde... Antes de ir embora, a mamãe resolveu levantar meu lençolzinho: uma das minhas mãozinhas, esticadinha ao longo do corpo, estava presa dentro da fralda! E, antes que a outra também desaparecesse debaixo do lençol, ela me mandou um beijinho (não tenho certeza, mas acho que uma piscadinha também) e me deu boa noite...
14 de maio de 2008
Enfermeiros simpáticos (até demais)
Fiquei radiante de alegria com os recadinhos carinhosos que recebi aqui no blog! Sempre que puderem me escrevam, pois a mamãe vai guardar tudo no meu álbum de recordações. Tem sido muito bom contar a vocês sobre as minhas conquistas, mas às vezes, assim como acontece com todo mundo, eu também tenho uns dias mais difíceis que outros. Ontem, infelizmente, tive dificuldades para respirar, mesmo estando com os canudinhos no nariz, e os médicos acharam melhor me entubar de novo (consegui ficar nove dias com o outro respirador, o que significa uma boa ginástica para os meus pulmõezinhos). Como nas outras vezes, os médicos me deram um pouco de sedativo, pois o tubo incomoda muito aos bebês (e às pessoas grandes também, me contou a mamãe).
A médica explicou que é muito provável que eu esteja com alguma infecção (ainda é cedo para saber de que tipo) e já me deu um antibiótico para garantir que eu sare logo. Além disso, para me ajudar um pouqinho mais, recebi também uma transfusão de sangue. Achei que a mamãe fosse ficar preocupada como nas outras vezes, mas até mesmo ela (que é dura em concordar com os médicos) está se convencendo de que as transfusões me ajudam. Eu já nem ligo muito, pois os outros bebês aqui também têm esse problema com a família. É um verdadeiro conflito de gerações: os bebês confiam na medicina moderna, mas os pais ainda levam tempo pra aceitar. E para deixá-los mais calminhos, cada vez que un de nós precisa receber sangue, os enfermeiros fazem sempre a mesma piadinha dizendo que é hora da “bisteca fiorentina” (um prato amado pelos italianos: bife com osso, servido mal passado). Não sei das outras famílias, mas a mamãe e o papai detestam a brincadeira.
E por falar em enfermeiros, na verdade são mais enfermeiras. Algumas estão mais simpáticas à mamãe que outras. Ao papai, todas estão simpáticas. A mamãe fica brava com isso também, mas ainda sou pequena para entender por quê...
13 de maio de 2008
Pedacinho de esparadrapo
Ontem eu estava contando sobre os fios e tubinhos que me ajudam a crescer e que tanto preocupam a mamãe. Na verdade já não são tantos, pois já progredi bastante nos últimos dias. Antes, para conseguir respirar, eu precisava da ajuda de um tubinho que chegava até os meus pulmões. Através dele, os médicos me davam oxigênio e ventilação.
Agora que estou melhorzinha, estou usando um outro tipo de aparelho que me ajuda a respirar. São dois caninhos bem pequenos que os médicos colocam no meu narizinho. Para manter os canudinhos no lugar certo (mesmo quando eu resolvo me mexer) os enfermeiros colocam duas fitinhas no aparelho e o amarram no meu chapeuzinho de crochê. Nem sempre dá certo, principalmente quando estou, digamos, um “pouquinho animada demais”, como diz a mamãe...Toda vez que o aparelho sai da posição certa (ou é arrancado pela minha mãozinha) toca um alarme e os enfermeiros vem logo ver o que estou aprontando. Houve um dia em que o alarme deve ter tocado um pouquinho demais, pois os enfermeiros mudaram de tática: colocaram um pedacinho de esparadrapo em cada um dos meus bracinhos e me grudaram no lençol! Não me machucou nada, mas quando a mamãe chegou...ai!ai!ai! ela tomou um susto daqueles!
Também já não preciso mais do tubinho que me alimentava com soro (como aquele que as pessoas grandes tomam quando estão internadas) pois agora só me alimento com leite, mas isso eu vou contar em um “post” a parte... Bem, logo que eu nasci (se você é suscetível como a mamãe e se impressiona com tudo, pule este parágrafo), os médicos colocaram um cateter no meu umbiguinho, onde havia o cordão que me ligava à mamãe, e assim fui alimentada por vários dias. Acontece que este tubinho tem que ser substituído a cada quinze ou vinte dias. E não é só o canudinho que precisa ser trocado: a posição também. Quando o doutor Crescenzi disse à mamãe que iria tentar colocar o cateter na minha cabecinha, ela ficou logo preocupada. E não adiantou nada ele dizer que eu só sentiria uma picadinha de injeção. Ela chorou do mesmo jeito! Mas depois até ela se convenceu de que aquilo não me machucava, pois eu nunca coloquei a mãozinha ali, o que, para ela é a prova segura de que algo me faz mal ou não.
Mas para a alegria geral já não preciso deste tubinho: para a felicidade mamãe (porque agora eu só tomo leite), para a satisfação dos médicos (pois os riscos de infecção diminuem) e para o meu alívio, já que o próximo lugar seria a minha perninha...
12 de maio de 2008
Apresentação
Olá, me chamo Alessia e sou um bebê muito, muito pequenino. Tenho apenas 49 dias de vida e peso menos de 800 gramas. Por enquanto moro numa incubadora do hospital Bambino Gesu, em Roma, mas a mamãe disse que logo logo eu vou poder ir pra casa com ela e com o papai. Antes, porém, eu tenho que crescer bastante. Só vou poder mudar de casa depois que eu pesar mais de dois quilos. Mas não faz mal, não tenho tanta pressa e estou crescendo bem devagarinho. Já a mamãe... Os médicos que tomam conta de mim dizem a ela que é preciso ter paciência, que é pra ela viver um dia após o outro, pois não é possível saber com certeza quando eu vou poder ir embora com ela. A mamãe fica muito triste e algumas vezes até chora. Eu ainda não consigo vê-la, pois como eu disse, ainda sou muito pequena. Mas eu consigo sentir muito mais do que as pessoas imaginam. Sou pequena mas não sou boba...
Mas voltando aos médicos, todos eles são muito cuidadosos comigo. Alguns são mais legais que outros, mas todos são muito bons. É o que a mamãe me diz todos os dias antes de ir embora, que é pra eu ficar tranquila que todos eles (e os enfermeiros também) vão cuidar bem de mim, que é pra eu ter paciência que logo logo vou estar fora daqui.
A mamãe fica muito triste por causa dos tubos e fiozinhos que os médicos colocam no meu corpinho e que me ajudam a respirar, a me alimentar e a tomar remédios. Ela acha que estes tubinhos me machucam e me impedem de fazer muitos movimentos. Eu queria dizer a ela que nada disso me machuca muito (as injeções sim, é claro. Se nem gente grande gosta, imaginem eu que sou tão pequeninha). Os médicos já disseram isso à mamãe, mas ela é dura de entender...
10 de maio de 2008
Blogando
Olá, meu nome é Alessia e estou tentando criar o meu diário para que a minha família e meus amigos lá do Brasil tenham sempre notícias fresquinhas sobre mim. Vejam só, acabei de chegar ao mundo e já quero blogar! Até mais!
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